sábado, 9 de fevereiro de 2008


MINHA MAOS
Minhas mãos, sempre sozinhas.
Buscam no papel virgem.
Esvaziar nas rubras linhas.Pensamentos e sentimentos perpetuados.Nas encanecidas folhas.Estarei derramandoToda reflexãoTodo meu lamentoTodas minhas saudades.Todos os meus sonhos não vividos.Todo meu lamento.E não poderá faltar.Minhas esperanças.Agora me permitoSem restrição
Que minhas MAOS tornem-se suas.

Nenhum comentário: