
MINHA MAOS
Minhas mãos, sempre sozinhas.
Buscam no papel virgem.
Esvaziar nas rubras linhas.Pensamentos e sentimentos perpetuados.Nas encanecidas folhas.Estarei derramandoToda reflexãoTodo meu lamentoTodas minhas saudades.Todos os meus sonhos não vividos.Todo meu lamento.E não poderá faltar.Minhas esperanças.Agora me permitoSem restrição
Que minhas MAOS tornem-se suas.
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